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Qual a melhor época para visitar Roma?

março 3, 2014 by Patricia Carmo Baltazar Nenhum comentário

Neste post discutimos temas relacionados a qual seria a melhor época para visitar Roma.

48 - Qual a melhor época para visitar Roma?
Melhor época para visitar Roma: qual seria a melhor época para sua viagem?

Roma é marcada por importantes eventos do calendário católico e fatos importantes da sua história. Quanto planejar a sua viagem, se puder dar uma olhada nestas datas, vai poder escolher estar aqui durante eventos que podem te interessar particularmente! Aproveito para relembrar também de dar uma olhada na página do Jardim de Ninfa, lugar que merece uma visita e que tem aberturas ao público limitadíssimas durante o ano.

45 - Qual a melhor época para visitar Roma?

Carnaval e Páscoa mudam todos os anos, por isto não vão estar nesta lista.
Estejam atentos à Páscoa aqui, pois é um feriado importantíssimo, que além das tradicionais celebrações na Praça São Pedro (para quem se interesse), aqui comemora-se a segunda-feira de Páscoa: a chamada de “Pasquetta”. A Pasquetta é um grande dia de festa onde as famílias fazem viagens aos arredores para comer em restaurantes ou um pic-nic na Natureza (aqui deveria escrever “convescote”, por amor ao meu bisavô!).

Todas as épocas do ano são boas para visitar Roma e todas têm vantagens e desvantagens.

De Janeiro à Março, ainda faz frio e não há flores; às vezes até chove, mas museus e monumentos são muito mais agradáveis pelo menor fluxo de turistas. O por-do sol acontece entre às 15 e às 19:30h, só em Março mesmo começamos a ter mais horas de luz.

De Abril à Julho-Agosto temos várias florescências que fazem com que a cidade esteja ainda mais linda,  temos dias longos e festividades relacionadas à espera da Primavera, o Jardim das Rosas abre, em Julho temos o Rio Tibre com as famosas barraquinhas, que ainda não decidi se gosto ou não gosto, temos a abertura noturna de vários monumentos, como por exemplo as três semanas em que abre o Castel Sant’Angelo, e um lugar que já é sugestivo se transforma numa viagem no tempo à enésima potência…. mas o calor é muito grande, quem tem pressão baixa ou não é muito das temperaturas quentes pode não apreciar a cidade neste período.

Setembro-Dezembro é o segundo semestre de alta estação com uma leve queda do turismo europeu em Novembro, o que faz de novo com que os monumentos e museus estejam menos cheios e até o meio de Novembro a temperatura e os dias são lindos, apesar das árvores já estarem com perdendo folhas a partir do final de Outubro. Em Outubro existem as “ottobrate”, ou “outubradas”, que são dias que parecem de verão até o famoso “Verão de São Martim” (11 de Novembro), onde realmente os dias podem ser lindos e surpreendetemente quentes. A partir da metade de Novembro já esperamos mais chuvas, que vão nos acompanhar até o final de Março. Cada inverno é de um jeito, é o período das chuvas, mas tem inverno que chove mais e inverno que chove menos.

Roma é linda em todas as épocas do ano, você só tem que prestar atenção a não pegar os feriados para ter acesso aos principais monumentos sem se preocupar. Aí vão eles:

6 de Janeiro
Epifania. Fecha as festas natalícias com a “Befana”, celebrações na Piazza Navona.

7 de Janeiro
Festa patriótica do Tricolor – desfile dos “Corazzieri” (guarda de honra do Presidente da República Italiana) e Carabinieri a cavalo, Praça do Quirinal.

21 de Janeiro
Comemorações na Igreja de Santa Agnes Fora dos Muros.

27 de Janeiro
Dia da Memória das vítimas do Holocausto (internacional).

Fevereiro
Carnaval

Quarta-feira de cinzas
Procissões

 49 - Qual a melhor época para visitar Roma?
Dicas sobre qual seria a melhor época para visitar Roma

Março – mês da Maratona de Roma – neste mês às vezes chove, mas pode fazer um tempo típico primaveril, o que faz com que os passeios ao ar livre sejam lindos; a massa de turistas ainda não chegou.

8 de Março
Dia Internacional da Mulher – muito celebrado aqui, o símbolo é a flor amarela da Mimosa.

9 de Março
Evento de benção de carros na igreja de Santa Francesca Romana (protetora dos carros).

19 de Março
Festa de San Giuseppe (São João) – também Dia dos Pais. Festeja-se João marceneiro, com o doce típico “bignè di San Giuseppe” – doce frito que deriva da tradição antiga romana; acompanha o vinho doce! Eventuais festas programadas pela prefeitura no cenário único que só Roma oferece!

30 de Março
Fim da hora legal em Roma. A partir de hoje até dia 26 de Outubro, a diferença de hora entre o Brasil e a Itália é de 5 horas!

46 - Qual a melhor época para visitar Roma?
Qual a melhor época para visitar Roma

Sexta-feira da Paixão
Feriado com a procissão do Papa entre Coliseu e Palatino.

Domingo de Páscoa
Ao meio-dia, o “Urbi et Orbi” do Papa, na Praça São Pedro

Pasquetta
Segunda-feira depois da Páscoa

Abril
De Abril à Novembro o Jardim de Ninfa, passeio lindo aqui nos arredores, é aberto ao público. Veja no post os pouco dias de abertura durante o ano de 2014 para poder programar a sua viagem com esta visita!
Começa a florescência do Jardim das Peônias

21 de Abril
Aniversário de Roma! Dia oficial da fundação da cidade por Remo e Rômolo em 753 a.C.. Comemorações no Capitólio.

25 de Abril
Libertação da Itália – Feriado italiano em memória da libertação dos nazistas.

51 - Qual a melhor época para visitar Roma?

Melhor época para visitar Roma


1º de Maio – Maio é mês de Campeonato de Tênis em Roma

Dia do Trabalhador (internacional).

Exposições de Arte na Via Margutta; feira de Antiguidades na Via dei Coronari.

Florescência das rosas do roseto da prefeitura, Via di Valle Murcia.

11 de Maio
Dia das mães.

angelo2 - Qual a melhor época para visitar Roma?

Junho
Festa das Flores em Genzano, na região dos Lagos. Vale a pena dar um pulo e dar uma olhada. É uma festa onde os moradores realizam cópias de quadros famosos alternados com motivos decorativos utilizando apenas flores, na rua principal da cidade, formando um verdadeiro tapete de flores! A origem desta festa é cristã, relacionado a Corpus Domini, no ano 1778 (manuscrito anônimo de 1824, “Storia dell’origine dell’Infiorata” na Biblioteca Nazionale di Roma).

Este também é o mês da Feira da Indústria e Comércio em Roma.

2 de Junho
Dia da Repúlbica Italiana.

8 de Junho
Pentecoste.

23 e 24 de Junho
Festa do Apóstolo João – comemorações no bairro de San Giovanni.

29 de Junho
Festa dos Santos Pedro e Paulo, padroeiros de Roma.

angelo5 - Qual a melhor época para visitar Roma?


Julho – Agosto – calorão à vista. Roupas de tecidos leves são a melhor pedida. Lembre-se de usar saias ou bermudas abaixo dos joelhos e de ter os ombros cobertos para poder entrar nas igrejas de Roma – sobretudo nos Museus Vaticanos e na Basílica de São Pedro. Algumas igrejas são “levemente” flexíveis quanto à esta regra, mas a maioria não é; se usar camiseta regata, tenha um lenço de seda na bolsa que cubra os ombros e as costas, para poder entrar sem problemas nas igrejas!

Comemorações anuais de cultura do grande evento “Estate Romana”.

15-30 Julho
Período da festa “Dei Noantri” de Trastevere.

angelo4 - Qual a melhor época para visitar Roma?


5 de Agosto
Chuva de pétalas da Capela Paolina da Basílica de Santa Maria Maggiore em comemoração à lenda da construção da basílica.

15 de Agosto
Assunção de Maria. Em Roma, “Ferragosto” – feriado mega-galático aqui em Roma. Quase tudo fechado!

26 de Agosto
Fim do horário de verão. Temos de novo 3h de diferença entre o Brasil e a Itália.

angelo6 - Qual a melhor época para visitar Roma?
Qual seria a melhor época para visitar Roma para seu perfil de viagem?!


Agosto – Setembro
Festa da “Porchetta di Ariccia”, churrasco de leitão ricamente temperado à moda de Castelli, com sálvia e menta. É um ótimo momento para fazer um passeio até os Lagos! Neste período tem também a Festa do Fungo Porcino (e quem não gosta?!).

Outubro
A Festa da Uva existe e é aqui, em Marino, na região dos Lagos! Você é louco (a) por castanhas?A Festa das Castanhas acontece neste mês, também na região dos Lagos!

angelo7 - Qual a melhor época para visitar Roma?

De brasileiros para brasileiros na Itália: reserve aqui a sua guia de turismo que fala português

Novembro
Festa da Polenta na região dos Lagos!

1º de Novembro
Todos os Santos. Esta comemoração dedicada aos mártires da Igreja teve seu início no Século IV!

8 de Dezembro
Dia da Imaculada Conceição. O Papa leva uma coroa de flores à Coluna de Maria, ao lado da Piazza de Spagna.

Gostou das dicas? Comente logo a seguir,em sua opinião qual é a melhor época para visitar Roma!?

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Maratona de Roma

fevereiro 28, 2014 by Patricia Carmo Baltazar Nenhum comentário

Maratona de Roma 2016: 16 DE ABRIL

– site oficial: http://www.maratonadiroma.it/?lang=en
– Inscrições: https://mymdr.it/?!e/=/en/ 

“Corre, Luli, corre!”
post dedicado à Luli, amiga maratoneta de Ribeirão Preto

 

colosseo marcia - Maratona de Roma
Interior do Coliseu

A Maratona de Roma é uma corrida a pé de comprimento padrão com largada e chegada na Via dei Fori Imperiali. O percurso 2014 ainda não foi anunciado no site oficial, aqui vai uma panorâmica geral da Maratona de Roma.

New Balance ROma - Maratona de Roma
New Balance 890 V4 que será lançado em Março de 2014 para a Maratona de Roma (ainda não foi anunciado em qual loja -> aqui uma panorâmica completa das lojas de Roma, inclusive a Footlocker, famosa pelos tênis)

O percurso é plano na sua maior parte plano (70%) e atravessa o centro histórico de Roma. Prossegue em direção ao Rio Tibre, passa pela Mesquita de Roma ao norte e pela Basílica de São Paulo Fora dos Muros, ao sul. Dado o grande número de atletas que participam, é considerado o evento esportivo mais frequentado da Itália. A primeira edição da prova, em sua forma atual, foi realizada em 1995.

O comprimento de uma maratona foi fixado em 42 km 195m pela IAAF em 1921. O percurso de Roma tem quotas de altitude que se mantêm entre 5 e 12 m sobre o nível do mar, e a temperatura é excelente, em torno a 5ºC e 17ºC, no final de Março.

A cada 5 km existem juízes; os tempos são cronometrados através de um chip colocado atrás dos números de cada corredor.

O início é na Via dei Fori Imperiali, uma avenida muito larga e que permite conter os muitos participantes, sem congestionamento. Depois os atletas passam por Piazza Venezia e descem a Via del Teatro Marcello, até à Bocca della Verità. Segue-se uma subida ao longo do majestoso Circo Máximo, Aventino e Pirâmide de Céstia. Passa-se por Testaccio.

bocca verita - Maratona de Roma
Bocca della Verità – Igreja de Santa Maria in Cosmedin

A rota segue pelo Tibre ao norte do Porto de Ripetta, até chegar à Ponte Cavour, atravessando o Borgo Mazzini, um bairro novo e arborizado, do período da unificação da Itália. Depois de passar pela grande Piazza Cavour, se vá de novo em direção ao sul, direção Castel Sant’Angelo para pegar a via da Conciliação, que é já considerada extraterritorial, isto é, que pertence ao estado Vaticano (e acaba na frente da Basílica de São Pedro).

A partir daqui começa um trecho com menos história: o caminho de volta para o norte ao longo da Via Bastioni, Via della Giuliana, Piazza Mazzini para chegar novamente à altura do Rio Tibre-Oberdan. Logo se chega à ciclovia que fica às margens do rio Tibre!

No 13ºkm tem uma leve subida, onde se deixa o rio, para passar na frente do Foro Itálico, também chamado Foro di Mussolini (enorme complexo poliesportivo, inaugurado em 1932, onde foi realizada a Olimpíada de 1960).

42 - Maratona de Roma
Ponte e Castel Sant’Angelo

Os corredores de maratona voltam a rumar pro nordeste para encarar mais uma pequena subida, cruzar um trecho do anel viário ao leste de Roma, e entrar no Viale Tor di Quinto e depois na Avenida do Foro Itálico. No 18º km entra-se no Viale della Moschea, uma descida de 450m, que corre ao longo da histórica mesquita de Roma, para chegar no 20º km, ao longo da Via dei Campi Sportivi.

acatolico 2 - Maratona de Roma
A Pirâmide Cestia, vista do interior do Cemitério Acatólico ou Protestante

O percurso segue para a Aqua Acetosa, para depois retornar ao Tibre e alí seguir o rio por um longo trecho. O 25º km passa pela passagem Ripetta (onde existiu o Porto de Ripetta, que recebia originalmente madeira, carvão e vinho), para subir pela “Calçada da Ripetta”. O 27º km volta a ter muita história e entra de novo no centro, onde as ruas são estreitas, com a urbanização visionária do Papa Sisto V. Aqui, você vai correr nos pontos mais interessantes da capital: Piazza Navona , Panteão, Piazza Venezia retorno à Via del Corso, que vai direto à Piazza del Popolo ao norte, rumo ao 30º km.

DSC08826 - Maratona de Roma
Vista do alto do Castel Sant’Angelo, com as queridas de Americana

Retorna-se pela Via del Babuino, que leva à teatral Piazza di Spagna, com a igreja Trinità dei Monti ao alto, ruas menores que contornam a famosa Fontana di Trevi, sobre os paralelepípedos:ceste último é o trecho mais acidentado da maratona – não só o mais pitoresco! Depois retorna-se à Piazza Venezia e se traça por 3km o caminho inicial, Teatro de Marcelo, Circus Máximo e Pirâmide.

Após o 35º km, continua-se em direção ao sul pela Via Ostiense, para contornar a Basílica de São Paulo Fora dos Muros(37 km), e voltar a rumar norte pela Via Ostiense. Diz-se que aqui começa a parte mais técnica: os atletas enfrentam uma escalada que os leva ao Monte Aventino (40 º km), para logo em seguida iniciar uma descida suave de 360m de comprimento pela linda e arborizada avenida Viale Aventino.

Depois da avenida de San Gregorio, com o monte Palatino no alto e o Arco de Constantino, encontramos a subida mais difícil do percurso, com a curva que abraça o Coliseu, e que leva novamente ao Viale dei Fori Imperiali, ao final.

Naturalmente eu proporia uma série de mudanças neste percurso :), como por exemplo em forma de cruz grega, como se fosse uma basílica, de modo que se pudesse apreciar os quatro lados da cidade: Norte, Sul, Leste e Oeste. Muito provavelmente isto teria consequências à organização que nem posso imaginar – por isso fico quieta no meu canto e ofereço passeios a pé, mas sem correr!

Se você ficou entusiasmado com o roteiro, inscreva-se para correr, mas não siga a pé com esta descrição, pois sem a proteção da organização da maratona, este percurso não é nem um pouco adequado para ser feito!

Alexandre, maratonista de Ribeirão Preto, correu em 2013 e trouxe a família inteira para Roma!

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Site oficial da Maratona de Roma: http://www.maratonadiroma.it/

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Onze Restaurantes Top em Roma

fevereiro 22, 2014 by Patricia Carmo Baltazar Nenhum comentário

Come-se muito bem em Roma, entretanto é muito difícil dar sugestões, pois são tantos os detalhes envolvidos em uma refeição, que um restaurante que adoro pode não ser apreciado por você. Aqui compartilho 11 restaurantes Top em Roma que gosto e recomendo.

“Depois de um bom almoço, podemos perdoar qualquer pessoa,
até mesmo os nossos parentes.”
Oscar Wilde
rist roma - Onze Restaurantes Top em Roma
O que posso dizer com certeza é que meu paladar foi muito bem exercitado nos últimos 15 anos: não como comida congelada e não aconselho lugares onde os doces são industrializados; tem que ser tudo feito na raça! Outra coisa, tendo a desaconselhar restaurantes famosos durante os anos ’70-’80 (tem um em particular que sempre me perguntam, mas não vou mencionar nenhum aqui), pois como diz o ditado “quem faz a fama”… 


Faz muito tempo que gostaria de escrever alguma coisa sobre gorjetas na Itália e acho que combina com este post. Já vi muitas recomendações de agências aos clientes, onde está escrito que “a Itália não é como os Estados Unidos”, por isso não precisa deixar gorjeta. Errado. O brasileiro está chegando aos poucos aqui e aos poucos o italiano está conhecendo o seu caráter. Se quiser ser amado como os americanos o são (é muito melhor ser amado do que ver o prestador de serviços torcer o nariz pela sua nacionalidade), é necessário deixar gorjeta: 10% nos restaurantes é o mínimo para inciar uma boa relação. Aos motoristas que fizerem os transfers, aos funcionários de hotel e até mesmo às guias, a gorjeta nunca é demais e vai ajudar a fazer a fama do brasileiro como um povo ‘generoso’, e podemos assim esperar um dia que sejamos amados na Itália. 

Quanto à questão da gorjeta, nunca vem incluida na conta, como no Brasil. Se deixarem 10%, está de bom tamanho. Se o serviço tiver sido excelente, os garçons vão ficar felizes de ganharem um pouquinho a mais!

P1010518 - Onze Restaurantes Top em Roma
 
Restaurantes Top em Roma para PEIXE / PASTA:
 
La Rosetta – chef Massimo Riccioli, conheço-o pessoalmente, é uma estrela internacional. Aproveitem para experimentar o melhor vinho branco do mundo, que ele tem e apreça: O Gravner Breg 
Via Della Rosetta 8/9
Horário abertura: todos os dias almoço e jantar 
Reservas pelo telefone: +39 06 68.61.002 – +39 06 68.30.88.41
Ou por email:  booking@larosetta.com
 
Osteria Der Belli
Piazza di Sant’Apollonia, 11 
Tel.: +39 06 580 3782
CARNE / PASTA:
 
Angelina A Testaccio
Via Galvani, 24A  
Tel.: 06 5728 3840
Aberto todos os dias para o jantar a partir das 20:00h  –
Aperitivo no terraço a partir das 18.00 
Brunch aos Domingos, a partir de Outubro
A partir de Setembro abertos também para o almoço de 2a à sábado
 
Restaurantes Top em Roma para COZINHA ITALIANA:
 
La Tartaruga Cantina
Via del Monte della Farina 53
Tel.: 06 686-9473
Fechado aos Domingos
 
Papà Giovanni
Especialidades com tartufo
Via dei Sardi, 2-6
Tel: 06 68 65 308
Fechado aos Domingos
 
Trattoria Da Gildo – a minha preferida em Trastevere
Via della Scala, 31.
Aberto para almoço e jantar; dia do repouso semanal: quintas-feiras.
Sextas-feiras, fins-de-semana e feriados aconselhamos a reservar. Mesas na rua.

Tel. 06-5800733. Falem com Caterina ou Leonora!

Paris
Piazza San Callisto, 7a
Almoço: das 12:30h às 15:00h
Jantar: 19:30 às 23:0h
Fecho: 2as no almoço
Infos e reservas: 06.5815378
Mesas ao ar livre.
 
Restaurantes Top em Roma para COZINHA INTERNACIONAL:
 
Imago Restaurant (Michelin)
Piazza Trinita dei Monti 6
Tel. +39 06 69934726 Fax. +39 06 6789991 E-mail: imago@hotelhassler.it
Horários: das 19:00 às 22:30, todos os dias
Terno obrigatório para os homens.

 

Ristorante I Sofa’ di Via Giulia & Roof Top Restaurant
Cozinha internacional, italiana e bistrot
Via Giulia 62
Tel.: 06 686611

 

La Pergola
Rome Cavalieri, Waldorf Astoria Hotels & Resorts
Via Alberto Cadlolo 101
Tel: 06 3509 1
De 3as aos sábados: das 19:30h às 23.30h
Terno obrigatório para os homens.
e last but not least, para quem não come carne, experimente o
 
VEGETARIANO :
 
Margutta RistorArte desde 1979
Via Margutta 118

 

Almoço: das 12:30h às 15:30h

 

Jantar: 19:30 às 23:30h 

 

Tel.: 06 32650577

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Conhecer Capri

fevereiro 21, 2014 by Patricia Carmo Baltazar Nenhum comentário
Visitar Capri com guia em português

Capri é uma ilha do Mediterrâneo com extensão de 10km² onde podemos chegar através de vários portos: de Nápoles, Sorrento, etc. As suas belezas naturais são o que fizeram desta ilha um dos pingos de terra no oceano mais famosos do mundo; aqui há grutas com cores maravilhosas (a mundialmente famosa Gruta Azul), e por esta razão a ilha de Capri foi frequentada desde a Antiguidade por imperadores, o que faz com que ela seja do ponto de vista histórico também muito importante. O programa clássico é chegar e fazer o passeio de barco antes de subir ao topo da ilha, almoçar as maravilhas mediterrâneas, para depois seguir o passeio no centrinho de Capri.

 

Ideal é fazer esta excursão a partir de Nápoles, para quem está conhecendo a magnífica “Campania“, que é como se chama a região das cidades de Nápoles, Pompéia, Capri, Amalfi, Sorrento, Herculano, Paestum, Campi Flegrei…
A partir de Roma é uma excursão aconselhada para grupos ou jovens, com muita vontade de passar 3h de estrada para ir e o mesmo para voltar – que, para nós que moramos aqui são várias horas, considerando que a partir do porto de Nápoles pega-se o hidrofoil para chegar em Capri e tudo isso envolve uma logística com bastante tempo. Dito isso, vou mostrar aqui as fotos de um bate e volta com um grupo de meninas super-animadas de Vitória que fizemos em 2014.

Fretei um microônibus particular pras amigas da Catarina, e lá fomos! 

 
David Pritch - Conhecer Capri
                                            foto de David Pritchard                                                      


Primeiramente vale a pena esclarecer que Capri não é uma praia, mas uma ilha! Não é realístico pensar e fazer um tour “rapidinho” à Capri e depois fazer a Costiera Amalfitana, etc. Para chegar  à Capri é necessário contar com o hidrofoil que parte do porto de Nápoles, com horários mais ou menos regulares, e o mesmo para o retorno!

Capri - Conhecer Capri
Veja a distância da ilha de Capri em relação à Nápoles

Para quem está em Roma, é passeio que dura o dia inteiro, para curtir.

O nosso percurso em português oferece uma panorâmica do centro histórico a partir da Piazzetta, Jardins de Augusto, o jardim do monastério de São Tiago, e o mirante de Tragara. 


Propomos também um passeio de barco que dura uma hora para admirar a paisagem marinha maravilhosa desta região, onde vemos a gruta branca, gruta verde e a gruta do coral. 


P1030236 - Conhecer Capri
Eu e o grandioso capitão que nos levou para o passeio ao redor da ilha!
 
passeio Capri - Conhecer Capri
A habilidade do capitão nos permite de entrar em marcha ré dentro das grutas para apreciar as formações rochosas e apreciar a cor da água

 

Capri guia portugues - Conhecer Capri
Obviamente as meninas adoraram!
 
Birnardo Faraglione - Conhecer Capri
O famoso Faraglione, foto de Birnardo dos Jardins de Augusto
 
Pablo+Monteagudo5 - Conhecer Capri
Passeio de barco para ver as grutas, foto de Pablo Monteagudo
 
P1030212 - Conhecer Capri
A espuma do nosso motor deixando os rochedos maciços para trás!
 
Gema+Merina - Conhecer Capri
Gruta do coral, foto de Gema Merina
 
Quem tiver a possibilidade de passar um ou dois dias na ilha e nadar (como na foto aqui embaixo), pode se considerar uma pessoa de muita sorte! Ver toda essa água é muito inspirador, o primeiro instinto é cair nela na hora, coisa que não podemos fazer num passeio de um dia, infelizmente!
 
IMG 20140926 133732 - Conhecer Capri
Duas crianças nadando atrás de rochedos

 

ho+visto+nina+volare - Conhecer Capri
Jardins de Augusto, de ho visto Nina volare
 
A visita à Capri pode ser feita a partir de Nápoles, cruzeiros estacionados no porto, ou Roma (naturalmente é muito prático visitar Capri a partir de Sorrento e Amalfi).
 
O ideal é reservar um dia inteiro para esta excursão, pois com o hydrofoil o horário da excursão é muito elástico, pois depende de várias condições: se têm muitos cruzeiros estacionados, se é alta estação…  Pompei/Capri é um clássico, mas eu, pessoalmente desaconselho esta correria – não é pensável conhecer tudo em uma ou duas viagens, por isso a melhor coisa é tranquilizar-se em relação ao tempo e escolher sabendo que vai ter que voltar pra ver o resto!
A maior parte dos passeios na Itália não são feitos para ser vistos correndo, pois são como a maravilhosa comida mediterrânea, devem ser sa-bo-re-a-dos.

 

Luca+Di+Ciaccio - Conhecer Capri
Foto de Luca Di Ciaccio
 
A ilha é famosa por várias razões. A característica mais peculiar à ela são as cavernas que se formaram no seu perímetro, sobretudo pela sua diversidade.
Os imperadores Tibério e Augusto passaram muito tempo aqui, até Calígola veio à ilha quando era jovem.
 
Muitas vezes a famosa Gruta Azul está fechada, seja pelo vento, seja pelo mar bravo. Não se desanime, pois o passeio ao redor da ilha é maravilhoso, e voce vai ficar super  satisfeito  de ter vindo até aqui mesmo assim.
 
Pablo+Monteagudo - Conhecer Capri
Foto de Pablo Monteagudo
 
Reserve tempo para comer com vista! A baía de Nápoles é encantadora, com Sorrento à direita e Procida à esquerda, por isso aconselho aproveitar cada minuto! Se você comer peixe, vai se sentir em casa; se for vegetariano, vai ter alternativas como a famosa salada grega, com queijo de cabra e cebola de Tropea, ou as verduras grelhadas que salvam os vegetarianos em várias ocasiões!
 
Aconselho a focaccia antes de iniciar; um branco “della casa” pode dar conta do recado, se não entender de vinhos ou não quiser gastar tanto.
 
Eu trouxe um monóculo e confesso que apesar do peso na (enorme) bolsa também é  recompensado cada minuto, pois chegar nos Jardins de Augusto (onde a entrada custa €1) e observar os rochedos, a vegetação e a água com ele é um luxo!
 
Pablo+Monteagudo4 - Conhecer Capri
Foto de Pablo Monteagudo
 
Até os gatos da ilha são dóceis, e famosos pelo seu caráter. São lindos de verdade!
 
P1030279 - Conhecer Capri
Gato maravilhoso e simpático!
 
Eu comi no Capris, e achei muito boa a salada, além da vista privilegiada!
 
IMG 20140926 143704 - Conhecer Capri
Focaccia típica napoletana 
 
IMG 20140926 144206 - Conhecer Capri
Meus colegas foram de Isalata di Mare
 
 
IMG 20140926 144216 - Conhecer Capri
Eu fiquei com a opção vegetariana: Isalata Greca
 
Uma coisa muito especial de Capri são os perfumes da Carthusia, que existe desde 1948, com uma lenda que volta ao tempo, no ano de 1380, quando Giovanna D’Angiò veio à ilha e um padre preparou perfumes com flores da ilha para recebê-la – vale um pulo e umas comprinhas um lugar tão especial!
 
P1030293 - Conhecer Capri
Entrada da Carthusia
 
Uma outra coisa típica da ilha são os limões, que quando crescem podem atingir o tamanho de uma romã que a gente tem que segurar com duas mãos! Todos os produtos da ilha que contém limão são genuínos, sem agrotóxicos e deliciosos! Experimente a granita… e com esta vista maravilhosa, quero ver se no dia seguinte não vai acordar pensado que tudo o que viveu foi um sonho!
 
P1030326 - Conhecer Capri
Eu e minha granita de limão.

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Restaurante Capris
Via Roma, 38 – 80073 Capri
Tel +39 081.837.7108
 
Carthusia, perfumaria histórica de Capri
www.carthusia.it
Factory: Viale Matteotti, 2d – Capri
Showroom: Via Federico Serena, 28 – Capri
Via Camerelle, 10 – Capri
Anacapri: Viale Axel Munthe, 26
Sorrento: Corso Italia, 117
Aeroporto Capodichino – Napoli
Via della Tartana SNC – Positano
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visita guiada Museus Vaticanos

Os Museus Vaticanos

fevereiro 20, 2014 by Patricia Carmo Baltazar Nenhum comentário

Os Museus Vaticanos são um grupo de museus com uma das maiores e mais preciosas coleções de arte do mundo, iniciada em 1506 pelo Papa Júlio II. A Capela Sistina e os apartamentos papais fazem parte dos Museus e podem ser visitados pelo público, que gira em torno a 5 milhões de visitantes por ano; depois dos Uffizi de Firenze, é o conjunto de museus mais visitados na penísula italiana.

Visitar os Museus Vaticanos

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P1070349 - Os Museus Vaticanos
Alegoria do Rio Nilo

Um pouco de história dos Museus Vaticanos

Tudo começou com a compra de uma escultura, o grupo Laocoonte, que foi encontrado em um vinhedo perto da Basílica de Santa Maria Maggiore. Apenas um mês depois da aquisição desta escultura, ela já estava esposta ao público no que chamamos hoje de Pátio Octagonal.

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Detalhe da mão segurando o trigo, símbolo da fertilidade do Rio, Alegoria do Rio Nilo

 

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Detalhe de crianças brincando com jacaré, Alegoria do Rio Nilo

A partir daí a coleção se enriqueceu com infinitas obras que iam sendo achadas nas antigas vilas romanas, na Toscana, e diversos Papas construíram espaços para acolher a majestosa coleção. Os Papas Clemente XIV (1769-1774) e Pio VI (1775-1799) deram um grande impulso aos espaços espositivos, com a criação do Museu Pio-Clementino.

pat musei - Os Museus Vaticanos
Eu, feliz da vida, visitando as oficinas de restauro dos Museus Vaticanos em 2009
musei - Os Museus Vaticanos

Lousa com desenhos de restauradores, oficinas de restauro dos Museu: que experiência maravilhosa, obrigada Stefano!

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 Um “Bom Pastor” sendo restaurado nas oficinas dos Museus

Pio VII (1800-1823) aumentou a coleção clássica, construindo o Museu Chiaramonti e o Braccio Nuovo, adicionando obras epigráficas na Galleria Lapidária.

Gregorio XVI (1831-1846) fundou o Museu Etrusco em 1837 com achados das escavações de 1928 no sul da Toscana (etrúria meridional) e o Museu Egípcio em 1839, com peças já existentes na coleção vaticana, outras dos Museus Capitolinos, além de peças da coleção do Museu Profano Lateranense (1844), que contavam com estátuas, baixo-relevos e mosaicos romanos que não tinham lugar no Palácio Vaticano.
Pio IX (1846-1878) adicionou ao Museu Profano Lateranense o Museu Cristiano, com esculturas cristãs antigas, sarcófagos e inscrições.

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Deus Mitra, escultura na frente da galeria com os animais

San Pio X (1903-1914) criou o Lapidário Hebraico em 1910, uma seção do museu que possui quase 150 inscrições antigas provenientes de cemitérios hebraicos antigos em Roma, a maior parte das peças veio do cemitério da rua Portuense, doadas pelo proprietário do terreno, os marqueses Pellegrini-Quarantotti. Estas últimas coleções Museo Gregoriano Profano, Museo Pio Cristiano e Lapidário Ebraico foram transportadas por ordem de João XXIII (1958-1963) do Palácio Lateranense a um edifício que foi contruído para ser integrado aos Museus no Vaticano e desde  1970 são abertos ao público.

laocoonte - Os Museus Vaticanos
Laocoonte

No Ano Santo 2000, a antiga entrada dos Museus (de 1932) foi transformada na saída, e a nova entrada foi aberta em um muro construído a 90º da antiga entrada.

Em 2006 os Museus Vaticanos comemoraram o seu 500º aniversário com a abertura ao público da Necrópole Vaticana .

coluna alabastro belvedere3 - Os Museus Vaticanos
Coluna de alabastro, no Patio Octagonal

A composição dos Museus Vaticanos:

– Pinacoteca Vaticana: originalmente ocupava o espaço do Apartamento de Papa Borgia, até que o Papa  Pio XI mandou construir um espaço para esta coleção, realizado pelo arquiteto Luca Beltrami. O museu contém obras de pintores como Giotto, Leonardo, Raffaello e Caravaggio.

A coleção de arte religiosa moderna: contém obras de: Francis Bacon, Carlo Carrà, Marc Chagall, Salvador Dalí, Giorgio de Chirico, Felice Mina, Paul Gauguin, Wassily Kandinsky, Henri Matisse e Vincent van Gogh.

fertilit - Os Museus Vaticanos
Diana de Éfeso

– Museu Pio-Clementino: Fundado por Papa Clemente XIV em 1771, destinado a abrigar obras antigas e renascimentais. Museu e coleção foram aumentados pelo Papa Pio VI. Hoje podemos apreciar obras de esculturas gregas e romanas.

P1070550 - Os Museus Vaticanos
O Pátio com a Pinha

– Museu Missionário-etonológico: Fundado por Pio XI em 1926, abriga obras de caráter religioso provenientes do mundo inteiro; é composto, na sua maior parte, por doações feitas ao Papa.

– Museu Gregoriano-egípcio: Fundado por Papa Gregório XVI, abriga uma enorme coleção de achados do antigo Egito: papiros, múmias, o famoso Livro dos Mortos e a Coleção Grassi.

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Leão egípcio, no Pátio da Pinha

A coleção Grassi foi comprada da viúva de Carlo Grassi em 1950 e compreende quase 300 peças de achados islâmicos: objetos em cerâmica, vidro, pedra e metais. A maior parte destes objetos é de origem egípcia, mas muitos vêm do Iran. A data de produção de vários objetos desta coleção é classificada entre os séculos VIII e X.

– Museu Gregoriano-etrusco: Também fundado por Gregório XVI em 1983, este museu possui 8 galerias e abriga achados importantes da civilização etrusca, provenientes de escavos arqueológicos: vasos, sarcófagos, esculturas em bronze e a famosa Coleção Gugliemini.

P1070565 - Os Museus Vaticanos
Guia dando explicações em português na Galeria dos Tapetes

A coleção Guglielmini foi formada no século XIX, em consequência das escavações arqueológicas em Vulci, organizados pelos marqueses Guglielmi. Posteriormente a coleção foi dividida entre os irmãos Giacinto e Giulio Guglielmi, e parcialmente comprada pelos Museus em 1987.
Em 1994 os Museus compraram a inteira coleção, que é composta por 494 objetos que vão da época villanoviana até à época helenística.

– Museu Pio Cristiano

– Museu Gregoriano Profano

– Pavilhão das carroças: contém alguns dos veículos com os quais os papas se moviam no passado; faz parte do Museu Histórico do Vaticano, cuja sede principal se encontra no Palácio Laterano.

– Museu Filatélico e Numismático

– Museu da biblioteca Apostólica Vaticana

– Museu Chiaramonti: museu com o nome do Papa Pio VII Chiaramonti que o fundou no início do século XIX. É composto por uma grande arcada onde estão espostas aos lados numerosas esculturas, sarcófagos e frisos. A nova ala, o Braccio Nuovo, foi contruida pelo arquiteto Raphael Stern (1774–1820) e abriga os célebres “Augusto di Prima Porta”, e Doríforo (cópia de original de Policleto). Aqui também podemos ver a Alegoria do Rio Nilo, que usei para ilustrar este post.

Uma outra parte do Museu Chiaramonti é a Galeria Lapidaria, que contém mais de 3000 peças de pedras com inscrições, o que faz deste museu a maior coleção de manufaturas deste tipo. Esta ala é aberta somente a pesquisadores, sob solicitação.

Enquanto escrevo estas linhas, este Museu se encontra fechado para restauro, sem previsão para abertura.

P1070367 - Os Museus Vaticanos
Aqui uma foto dos trabalhos de restauro do mosaico do pavimento, que tive o prazer de presenciar no dia da minha visita

–  Palácios Vaticanos

– As Galerias
Galleria Lapidária, Braccio Nuovo, Galleria dei Candelabri, Galleria degli Arazzi (Tapetes realizados na Bélgica a partir de desenhos de Rafael), Galleria dos Mapas.

– As Capelas
Sistina, Niccolina, de Urbano VIII.

Post sobre o teto da Capela Sistina: http://guiaderoma.blogspot.de/2012/02/maravilha-capela-sistina-de.html

Post sobre as paredes da Capela Sistina: http://guiaderoma.blogspot.de/2012/02/as-paredes-da-capela-sistina.html

– As Salas
Da Biga, Apartamentos de São Pio V, Sala Sobieski, Sala da Imaculada Conceição, Salas de Rafaelo, Loggia de Rafaelo, Sala dos Chiaroscuri, Apartamento do Papa Borgia.

Espero ter dado uma boa ideia sobre a complexidade para visitar os Museus Vaticanos. É aconselhável ter uma boa guia que apresente o percurso básico da coleção, ou que possa fazer um percurso sob medida, para quem já esteve aqui várias vezes.

P1070577 - Os Museus Vaticanos
Guia, com um grupo de 10 amigas de Maceió, em 2011

Endereço para visitar os Museus Vaticanos: Viale Vaticano, 6 – 00120 Città del Vaticano

Meios de transporte: De Termini: Linha A (vermelha), parada “Ottaviano” (direção Battistini); Ônibus nº 23.

Abertura e horários para visitar os Museus Vaticanos: de 2a a Sábado, das 09 às 18 (é obrigatório sair do Museu meia hora antes do fecho).
O Museu estará fechado nos seguintes dias:
Janeiro 1, 6
Fevereiro, 11
Março 19
Abril 20, 21, 27
Maio 1
Junho 29 (Santos Pedro e Paulo)
Agosto 14, 15
Novembro 1
Dezembro 25, 26 

Custo dos tickets dos Museus Vaticanos: Adultos € 16,00; menores de 18 anos: € 8,00 – quando se aquista os tickets para pular a fila, adicionam-se € 4 por ticket. Vale a pena.
 
Compra de tickets on line: http://biglietteriamusei.vatican.va/musei/tickets/index.html

Recomendações para visitar os Museus Vaticanos: Vista-se com os joelhos (bermudas e saias abaixo dos joelhos no verão) e ombros cobertos. Se estiver muito calor, tenha sempre um lenço na bolsa. Não leve bolsas grandes ou mochilas, pois às vezes não têm problema nenhum, mas às vezes nos obrigam a deixá-las no guarda volumes.

De brasileiros para brasileiros na Itália: reserve aqui a sua guia de turismo que fala português.Museus em Roma:

Museus Vaticanos
Palácio Altemps
Museu do Palatino
Museus Capitolinos
Museu Etrusco
Galleria Borghese
Museu Barraco
Palácio Máximo
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arqueologia, historia do cristianismo, idade media em roma, igrejas, igrejas de roma, italia para brasileiros, italia serviços turísticos, viagem na Italia com guia em português

Basílica São Paulo Fora dos Muros

fevereiro 19, 2014 by Patricia Carmo Baltazar 1 comentário

A Basílica São Paulo Fora dos Muros (em italiano San Paolo fuori le Mura, em latim Sancti Pauli extra muros) deve seu nome ao fato de estar fora dos muros aurelianos (o muro que protegia a antiga cidade, construído em ~275 d.C.) e ao fato de conter o corpo do Apóstolo Paulo, que chegou em Roma no ano de 61 d.C., e sofreu seu martírio em 67 d.C., na “palude Salvia”, a menos de 2 quilômetros da basílica.

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.”

Apóstolo Paulo, Capítolo XIII, Epístola aos Corintos
4 - Basílica São Paulo Fora dos Muros
A fachada, depois da reconstrução do incêndio de 1823, foto de Cristiano
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São Paulo com a espada no pátio da frente de São Paulo Fora dos Muros

 

P1000602 - Basílica São Paulo Fora dos Muros
As janelas de alabastro filtram a luz, criando uma atmosfera mística, São Paulo Fora dos Muros


O lugar onde hoje vemos a basílica era uma antiga necrópole romana e ali foi depositado o seu corpo, o mesmo que aconteceu com o corpo do Apóstolo Pedro.

Dado que a partir da morte de Paulo a sua tumba tinha se transformado em um lugar de culto, o Imperador Constantino mandou aumentar a Basílica, de modo que pudesse receber dignamente os tantos peregrinos que aqui vinham em peregrinação.

É importante ver esta igreja, pois ela nos permite ter uma visão do que deve ter sido a antiga basílica de São Pedro (também chamada de Basílica Constantiniana), antes que seus alicerces cedessem e o Papa Júlio II iniciasse a construção da nova basílica, em 1506.

3 - Basílica São Paulo Fora dos Muros
A nave central, foto de Cristiano
A superfície da basílica de cinco naves conta com as dimensões de 131,66 m de comprimento, 65 m de largura e 30m de altura e perde somente para a Basílica de São Pedro! A sua estrutura é sustentada por uma verdadeira “floresta” de colunas de granito, 80 no total.
Do IVº ao VIIIº século
 
Durante os séculos, os Papas nunca pararam de decorá-la e embelezá-la. Leão, o Grande (440-661) mandou realizar mosaicos no Arco do Trinfo, restruturar o teto; foi ele que mandou iniciar a série de retratos dos papas, tradição mantida até hoje, outra razão pela qual esta igreja é famosa. São 265 os retratos dos Papas que adornam o alto das naves e dos transeptos.
No século VI, o Papa Simmaco mandou construir um habitáculo para receber os peregrinos mais pobres. Desde o Papa Gregório II (715-731) temos a presença fixa de monges beneditinos nesta basílica; Leão III (795-816) mandou consertar os danos causados após o terremoto de 801.
1 - Basílica São Paulo Fora dos Muros
São Paulo com sua espada, foto de Cristiano
 
Do IXº ao XIº século
O Papa João VII (872-882) mandou erguer a cinta murária para proteger a basílica e a sua abadia e Gregório VII (pontificado de 1073-1085), que tinha sido abate aqui antes de se tornar Papa, mandou elevar o piso do transepto e construir um campanário (destruído no século XIX), além da maravilhosa porta de entrada, composta por 54 painéis de prata.
5 - Basílica São Paulo Fora dos Muros
Altar, foto de Cristiano
 
No século XIII a basílica se enriqueceu muito de obras de arte. Papa Honório III (1216-1227) mandou reconstruir o mosaico da abside (de 12 metros de altura por 24 de largura) e em 1285 Arnolfo di Cambio construiu o maravilhoso cibório:
 
baldacchino doppio - Basílica São Paulo Fora dos Muros
Cibório de Arnolfo di Cambio, fotos minhas
 
O famoso pátio:
 
patio SPII - Basílica São Paulo Fora dos Muros
Pátio, Basílica São Paulo Fuori Le Mura, foto minha
patio SP - Basílica São Paulo Fora dos Muros
Pátio, Basílica São Paulo Fora dos Muros, foto minha
patio SP detalhe - Basílica São Paulo Fora dos Muros
Detalhe de coluna do Pátio da Basílica São Paulo Fora dos Muros (Fuori Le Mura), foto minha
Neste século também foi realizado o candelabro pascoal de 6m, em mármore, inspirado pelos  antigos sarcófagos romanos, com incisões de histórias do Novo Testamento.
 
2 - Basílica São Paulo Fora dos Muros
Papa Francesco, foto de Cristiano
 
A partir do século XIV, com a volta da comemoração dos jubileus, a sua fama aumentou e muitos peregrinos têm vindo visitar a igreja desde então.
Gregório XIII  mandou construir o balaústre ao redor da tumba do santo e em 1600, Clemente VIII mandou elevar o altar maior. Em 1625 Urbano VIII financiou com o grande arquiteto Carlo Maderno a restruturação da Capela de São Lourenço.
No ano santo de 1725, Bento XIII pediu ao arquiteto Antonio Canevari para construir um novo  pórtico; além disso ele construiu a Capela do Crucifixo para expor o crucifixo em madeira policromática do florentino Tino da Caimano, do século XIV. Ainda hoje podemos ver nesta capela um mosaico do século XIII, bem como uma estátua-relíquia de São Paulo em madeira policromática que “sobreviveram” o incêndio de 1823.
P1000598 - Basílica São Paulo Fora dos Muros
Pátio, Basílica São Paulo Fora dos Muros, foto minha
O incêndio de 1823
Na noite entre 15 e 16 de Julho de 1823 um incêndio devastou a basílica, deixando em pé apenas o cibório e alguns mosaicos; o transepto ficou em pé por milagre. O Papa Leão XII se encarregou do enorme trabalho de restauro, com grande ajuda internacional: o czar Nicolau I doou blocos de lápis lázuli e malaquita, que foram utilizadas para decorar o transepto e o rei Fouad I do Egito  doou colunas e alabastro, com o qual fizeram as janelas, que filtram a luz e doam à esta basílica uma incrível atmosfera mística.
Em 1854, o Papa Pio IX consagrou a “nova” basílica em presença de vários cardeais e bispos que tinham vindo à Roma para a proclamação do Dogma da Imaculada Conceição.

Para compreender Roma são necesessários anos de estudo de arte, arquitetura e arqueologia e outros tantos anos para aprofundar este conhecimento e escrever artigos como este. Escolha uma guia profissional pois ela fará uma grande diferença na sua estadia. De brasileiros para brasileiros na Itália: reserve aqui a sua guia de turismo que fala português.

Visite São Lourenço Fora dos Muros: https://www.romaemportugues.com.br/basilica-de-sao-lourenco-fora-dos-muros/
sao lourenco guia de roma1 - Basílica São Paulo Fora dos Muros
Basílica São Paulo Fora dos Muros
Horário de abertura da Basílica de São Paulo Fora dos Muros:

– Abertura todos os dias das 07:00h às 18.30h, ingresso grátis.
– O pátio interno abre todos os dias das 08.00h às 18:15h, e o ingresso é de € 4,00 (meia-entrada: € 2,00).

Como chegar na Basílica de São Paulo Fora dos Muros:

– De Termini: Parada San Paolo Fuori Le Mura, metrô B (linha azul);  do rio Tibre: ônibus nº23.

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comer em roma, dicas de Roma, viagem na Italia com guia em português

Restaurantes para celíacos em Roma

fevereiro 15, 2014 by Patricia Carmo Baltazar Nenhum comentário

“Cada um cada um”, diz o ditado. Este post faz parte da atitude com a qual recebemos nossos clientes: estamos atentos a todos os detalhes que fazem a diferença no atendimento cem por cento personalizado! Aqui você vai encontrar a recomendação de alguns restaurantes para celíacos em Roma.

“Uns pés
Uns mãos 
Uns cabeça
Uns só coração”

Caetano Veloso, Uns, 1983
Post dedicado à fiel cliente Norma W.S.

 

9 - Restaurantes para celíacos em Roma

A dieta mediterrânea oferece muitas alternativas à vida de quem tem intolerância ao glúten: carnes e verduras são os famosos “secondo e contorno” do menú oficial italiano. Mas lógico que você atravessou o Oceano e vai querer experimentar uma boa pizza e pasta com ingredientes locais! Assim, aqui vai a lista de restaurantes para celíacos em Roma, localizados no centro histórico, Trastevere e zona Vaticana para facilitar a vida de vocês. Liguem antes para confirmar abertura no dia em que têm intenção de ir. Muitos restaurantes abrem só de noite, ou só no almoço, confiram isso também.

E bom apetite!

Da I Sandri (Trastevere)
Via Roma Libera – P.zza S.Cosimato 19 – Roma (RM)
Fechado: Quartas-feiras. Especialidades romanas e pizzeria sem glúten. Associado AIC – Associazione Italiana Celiachia.
Tel. 06 5816469 – 3930349123

Tulipano Nero – Ristorante Pizzeria (Trastevere)
Via Roma Libera, 15
Fechado: Segundas-feiras
Tel.: 06 5806128

Mama Eat (Trastevere)
via San Cosimato, 7
Tel.: 06 5806222

Pantharei – perto do Pantheon
via Della Minerva, 18
Tel.: 06 89021922

Voglia Di Pizza – Ristorante Pizzeria (perto de Campo de’ Fiori)
Via dei Giubbonari, 33
Tel.: 06 6875293

Ristorante Adhoc (entre Piazza di Spagna e o rio Tevere)
Via di Ripetta, 43
Aberto sempre para jantar.
Tel.: 06 3233040

Renovatio – Ristorante Pizzeria (pros lados dos Museus Vaticanos)
P.zza Risorgimento (ang. Via Crescenzo), 46/A
Tel.: 06 68892977

Tramvi’ (pros lados de Piazza del Popolo)
Via Flaminia , 82
Tel.: 0632600432

Ristorante Taverna Barberini
Via delle Quattro Fontane 160 – Roma (RM)
Tel. 06 4883619 – 3331888679

Alex Cafè (Via Veneto)
Via V.Veneto, 20
Tel.: 06 4823618

Caffè Universale (zona Navona-Pantheon)
Via delle Coppelle, 16a
Tel.: 06 68392065

Il Viaggio (atrás Villa Borghese)
Via Isonzo, 14
Tel.: 06 97997043

La fattoria – Ristorante Pizzeria (pros lados de Piazza del Popolo)
Via Flaminia, 1432
Fechado: Terças-feiras.
Tel.: 06 33610427

Ore 20 – Ristorante Pizzeria (perto de San Giovanni em Latrão)
Via Magna Grecia, 2
Tel.: 06 64821313

La Mimosa Fiorita – Ristorante Pizzeria (perto da parada do metrô B Policlinico)
Via Bari , 11/a
Tel.: 06 44291958

Hotel Mellià – Ristorante La Sughereta (Aurelia Antica, fora do centro, hotel excepcional!)
Via degli Aldobrandeschi, 223
Tel.: 06.665441

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Basílica de Santa Maria Sopra Minerva

fevereiro 12, 2014 by Patricia Carmo Baltazar 2 Comentários

Das mais de 400 igrejas de Roma, somente uma foi realizada em estilo gótico: a Basílica de Santa Maria Sopra Minerva.

«Como é possível que o universo seja finito?»

Giordano Bruno, De l’infinito, universo e mondi (1584) 

Post dedicado à gentil companhia de Carlos e Andrea Ilha
P1000125 - Basílica de Santa Maria Sopra Minerva
Basílica de Santa Maria Sopra Minerva, fachada
sopraminerva6 - Basílica de Santa Maria Sopra Minerva
O elefantinho de Bernini/ Ercole Ferrata

Esta maravilhosa igreja com origem no VIII século tem o títolo e honra de uma basilica minor, isto é, reconhecimento por atividades na comunidade, beleza artística da arquitetura, história e trabalho pastoral diferenciado.
No mundo inteiro existem 1.600 com este títolo, 540  estão na Itália.

Em 1576 Giordano Bruno chegava de Nola para se hospedar neste monastério dominicano.
Esta igreja foi o palco de eventos importantes durante a Contrarreforma: dia 09 de Fevereiro de 1600, o Tribunal da Santa Sé condenava aqui Giordano Bruno à fogueira.

sopraminerva - Basílica de Santa Maria Sopra Minerva
Altar da Basílica de Santa Maria Sopra Minerva

No ano 2000, comemoração dos 400 anos do assassínio de Giordano Bruno pela condenação da Inquisição, Papa João Paulo II fez o mea culpa em nome da Igreja, classificando a “morte atroz” de GB  como  “Um triste episódio da história cristã que causa profunda decepção” (arquivo histórico do Jornal CS).

A basílica foi construída em cima de um antigo oratório do século VIII dedicado à Virgem, que o Papa Zacarias tinha concedido à freiras basilianas que tinham fugido do Oriente no ano de 750.

No final do século adicionou-se o ‘Minervum’, já que embaixo da igreja existia um templo dedicado à Minerva, aliás, eram três templos que se encontravam nos subterrâneos da igreja.

sopraminerva navecentral - Basílica de Santa Maria Sopra Minerva
Nave central

Em 1280, sob o pontificado de Nicolau III, o oratório foi completamente reconstruído e iniciou-se a contrução da grande igreja em estilo gótico com três naves. Supõe-se que Fra Sisto Fiorentino e Fra Ristoro tenham realizado o projeto, com apoio do Papa Bonifácio VIII e dos próprios fiéis.

Stuart Richmond*, da Simon Frase University no Canadá, nos convida a fazer uma experiência sensorial no interior deste tipo de arquitetura, com um olhar que passe atravesso a “ressonância” de Wittgenstein e que permita de nos abandonarmos aos altos arcos agudos e blocos de pedras dos quais somos circundados para viver uma plena compreensão estética e sensorial do espaço arquitetônico, captando as razões que levaram o espírito dos arquitetos daquele tempo a realizar tais construções.

sopraminerva colonna - Basílica de Santa Maria Sopra Minerva
Capela Colonna
Mesmo com o transferimento do Papa à Avignon (1309-1377), os trabalhos de construção da igreja continuaram e na metade do século XIV. Logo após a realização da abside, do cruzeiro e das naves laterais ela foi reaberta aos fiéis para o culto.

Em 1453 o conde Francesco Orsini mandou finalizar a fachada e a nave da direita. No século XVI Giuliano da Sangallo reformou o coro e no século XVII, Maderno aumentou a ábside, modificou o arco triunfal, revestiu o interior com decorações barrocas e também mudou a fachada.

cristo santa maria minerva - Basílica de Santa Maria Sopra Minerva
Entre as tantas preciosidades desta igreja
tem um Cristo atribuido ao grande Michelangelo à esquerda do altar.

Depois de alguns trabalhos de reconstrução no seu interior em 1600, a igreja ganhou uma aparência barroca. No século XVIII a decoração da fachada, que tinha ficado de tijolinhos, foi revestida pelos arquitetos Raguzzini e Marchionni, que acentuaram o caráter barroco da construção.

Apesar história da construção desta igreja trazer muitas cicatrizes, a basílica é um dos inúmeros tesouros de Roma que devem ser visitados.

A Praça de Santa Maria Sopra Minerva 
Em 1667 o Papa Alexandre VII Chigi decide colocar um obelisco achado dois anos antes na praça para embelezá-la. O obelisco, original egípcio, dedicado ao Faraó Ofra no século VI a.C., é desenhado por Bernini e realizado por Ercole Ferrata.
A fachada 
A fachada foi construída em 1400 e ficou simplesmente em tijolos até 1725, até que o Papa Bento XIII decidiu fazer o acabamento. Entre os tantos projetos da licitação, ele escolheu o mais simples, um revestimento com pintura.

* “Resonance and the Photographing of Medieval Architecture”, Revista Paideusis, 2007. O artigo pode ser lido em inglês aqui: http://journals.sfu.ca/paideusis/index.php/paideusis/article/view/135/87.

Segue uma sugestão percurso breve no interior da igreja:

planta baixa santa maria minerva - Basílica de Santa Maria Sopra Minerva
Basílica de Santa Maria Sopra Minerva

1) Monumento funerário de Diotisalvi Neroni, da escola de Andrea Bregno.
2) Capela Caffarelli, São Domingos, do Cavalier D’Arpino; teto: Cenas da vida de São Domingos, de Gaspare Celio.
3) Teto e sub-arco com afrescos de Girolamo Muziano (o mesmo que supervisionou os maravilhosos afrescos do teto da galeria dos mapas, nos Museus Vaticanos).
Para compreender Roma são necesessários anos de estudo de arte, arquitetura e arqueologia e outros tantos anos para aprofundar este conhecimento e escrever artigos como este. Escolha uma guia profissional pois ela fará uma grande diferença na sua estadia.
4) “Anunciação” de Antoniazzo Romano, 1485. Teto de Cesare Nebbia, que também trabalhou com Girolamo Muziano nos Museus Vaticanos.
5) Capela Penafort. (à direita) Sepultura de Giovanni de Coca, de Andrea Bregno. Afresco de Cristo entre dois anjos, atribuído da Melozzo da Forlì e Antoniazzo Romano.

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Vidrados no cavalinho – Enzo Ferrari, uma paixão toda italiana.

fevereiro 9, 2014 by Patricia Carmo Baltazar Nenhum comentário

« Queria ter sido um grande piloto e não fui. »
Enzo Ferrari, entrevistado por Enzo Biagi

post dedicado à caríssima família fiorentino-senese de Nicola e Maria Vittoria Vincenti, habituados a vencer e repartir
TARIFAS DOS MUSEUS REVISADAS EM 24.08.2017
janex cavalino - Vidrados no cavalinho - Enzo Ferrari, uma paixão toda italiana.
O cavalinho empinado de Enzo Ferrari, Museu Ferrari, foto de Janex&Alba
Atendendo a pedidos… um post sobre a mítica Ferrari!
 
Um pouco de biografia de Enzo Ferrari
Enzo Ferrari, apelidado carinhosamente como o “Drake” (o “Monstro”, em sentido positivo, obviamente) foi um personagem incrível do século XX italiano, conhecido por ser corajoso e audaz, mas sobretudo infinitamente inteligente: ele foi o fundador do mito de Maranello e enfrentou muitas dificuldades durante a sua vida, sem nunca titubear em encontrar a melhor solução para um problema.
F2007 museu - Vidrados no cavalinho - Enzo Ferrari, uma paixão toda italiana.
F 2007, Museu Ferrari, foto de Janex&Alba
A sua longa vida será descrita por ele mesmo como sendo cheia de “alegrias terríveis”. Vamos olhar de perto essa saga e aprender muitas coisas sobre a potência do ser humano: Ferrari nasceu em Modena, dia 18 de Fevereiro de 1898 e morreu dia 14 de Agosto de 1988, com noventa anos. Em 1923 ele se casou com Laura Garello, casamento infelizmente difícil, piorado com o nascimento do filho Dino, em 1932.
Dino sofria de uma doença genética que se chama distrofia muscular e esta dor marcou profundamente a vida pessoal e profissional de Enzo Ferrari: “Eu me iludi que a nossa medicina poderia curar meu filho – por que um pai se ilude sempre. Estava convencido que ele fosse como um dos meus carros, um dos motores. Tinha feito uma tabela de todos os alimentos que Dino tinha que comer e que não teriam agredido os seus rins, mantinha com precisão um diagrama das albuminas, do peso específico da urina, da taxa azotêmica do seu sangue, da sua diurese, etc, para controlar a doença.
A realidade era muito triste e dura: meu filho se enfraquecia constantemente em consequência da distrofia muscular progressiva, se apagava aos poucos por causa desta terrível doença cuja cura ninguém conhece. Até que um dia, na agenda onde controlava os valores da sua saúde, escrevi: perdi o jogo.”
janex museu - Vidrados no cavalinho - Enzo Ferrari, uma paixão toda italiana.
Museu Ferrari, foto de Janex&Alba
Este longo e lento percurso que levou seu filho à morte foi duríssimo, pois até então, seu filho tinha uma vida quase normal, aliás, era um verdadeiro prodígio, digno do seu pai genial. Foi Dino quem convenceu Enzo Ferrari a investir nos pequenos motores de 6 cilindros em “V”. Este tipo de motor desenvolvido pelo filho de Enzo se demonstrou imbatível e determinou o futuro dos motores nas pistas do mundo inteiro.
A Federação Internacional de Automobilismo determinou que a partir de 1967 a cilindrada dos motores para a F2 teria que ser de somente 1500cc, 6 cilindros, derivado de um carro GT. Neste momento a Ferrari decidiu lançar um protótipo para competição para a realização de um carro de série com motor F2. E assim nasceu a estraordinária Dino 166S, o primeiro carro a adornar o esta marca, que até então tinha desenvolvido apenas motores.
 John+Nuttall - Vidrados no cavalinho - Enzo Ferrari, uma paixão toda italiana.
A Ferrari Dino 246, foto de John Nuttall
A 166 voa e Lodovico Scarfiotti ganha o Campeonato Europeu de Montanha. Para conseguir a produção de 500 unidades e obter a homologação na categoria GT, a Ferrari consegue um contrato com a FIAT:  a Ferrari forneceria o projeto do motor e o colosso de Turim construiria o quanto antes os 500 exemplares necessários. A Dino foi lançada como marca autônoma da galáxia Ferrari no Salão do Automóvel de Turim de 1966  com o lançamento da hoje famosíssima 206 GT.
Dino representava já muito jovem a Ferrari do futuro, intuição genial e ideias fresquíssimas que seu pai tinha dificuldade em acreditar virem de um garoto tão jovem. O orgulho de um pai não poderia sonhar mais do que isso! Perder este filho tão precioso foi um fato devastador na vida de Enzo Ferrari.
janex F50 - Vidrados no cavalinho - Enzo Ferrari, uma paixão toda italiana.
F 50, Museu Ferrari, foto de Janex&Alba
Mais história do Motor – Time – Casa Automobilística Ferrari
A marca com o cavalinho foi um resultado da amizade de Enzo com o conde Enrico Baracca, pai do herói da aviação da Iª Guerra Mundial Francesco Baracca, que abateu 34 aviões inimigos. A condessa Barraca, mãe de Francesco disse: “Ferrari, coloque o cavalinho empinado do meu filho nos teus carros. Vai te trazer sorte.” A sugestão foi imediatamente aceitada por Enzo, que transformou o cavalinho em um símbolo da astúcia italiana, mundialmente conhecido, primeiro, como símbolo do time de carros de corrida e posteriormente como brasão da nova fábrica automobilística Ferrari.
Ferrari250+GT JANEX - Vidrados no cavalinho - Enzo Ferrari, uma paixão toda italiana.
Ferrari 250 GT, Museu Ferrari, foto de Janex&Alba
A sua primeira competição como construtor e piloto foi em 1919 em Parma Bercetto, onde se classificou em 4º lugar na categoria 3000 e 11º no total. Enzo venceu 9 competições em 39 disputas, um resultado muito bom, sobretudo o fato de tê-las sobrevivido em uma época como aquela. Enzo abandonou a atividade de piloto quando nasceu seu primeiro filho, Dino.
A trajetória de Enzo piloto, Enzo Team Manager ao Enzo construtor foi muito rápida. Em 16 de Novembro de 1929, Enzo funda em Modena a sociedade desportiva “Scuderia Ferrari”, que tinha como objetivo levar às corridas os próprios sócios, que corriam com carros Alfa Romeo. Naquele tempo o dinheiro não era o único requisito para partecipar das corridas: a organização era complicadíssima, pois era difícil ter e encher os melhores pneus, encontrar o melhor carburante, e todos os outros detalhes que envolvem os carros de corrida. Assim sendo, fazer parte do “time Ferrari” significava ter à disposição um time super-organizado e eficiente, que dava ao piloto grandes possibilidades de vencer.
Lancia janex - Vidrados no cavalinho - Enzo Ferrari, uma paixão toda italiana.
Lancia Ferrari, Museu Ferrari, foto de Janex&Alba
Em 1938 Enzo se desentendeu com a direção Alfa Romeo, que queria entrar nas competições com seu próprio nome, e não ser mais representada pelo time “Ferrari”. Enzo foi despedido em ’39 e segundo os termos do contrato assinado, ele ficava proibido de participar do mundo automobilístico por quatro anos. Sendo assim, Enzo arregaçou as mangas e fundou a Auto Avio Costruzioni e as suas primeiras comissões foram para realizar componentes para aviões. Somente em 1947 os automóveis voltariam a ser a sua atividade principal.
O primeiro carro construído foi o a 815 (oito cilindros, 1,5l de deslocamento), projetado por Alberto Massimino. O segundo foi a Ferrari 125 S e de cada modelo tinha somente dois exemplares. Franco Cortese foi o primeiro piloto de teste e de competição da Ferrari.
Em 1957 a Auto Avio Costruzioni mudou o nome para Auto Costruzioni Ferrari para virar em 1960 a empresa SEFAC (por extenso, Società Esercizio Fabbriche Automobile e Corse S.p.A.) e Ferrari S.p.A., em 1965.
Em 1969 a Ferrari S.p.A. virou parte do grupo FIAT. Com a morte de Enzo Ferrari em 1988, a FIAT ficou com 90% das ações e Piero Lardi Ferrari, seu segundo filho, com 10%, além de obter a presidência da empresa.
Em 2006, 5% das ações foram compradas por uma empresa financeira dos Emirados Árabes, que construiu o Ferrari World em Abu Dhabi. Em 2010 a Ferrari recuperou estes 5%.
Em 2012 o cavalinho empinado inaugurou seu primeiro museu fora das fronteiras italianas, em Shangai.
janex - Vidrados no cavalinho - Enzo Ferrari, uma paixão toda italiana.
F 2007, Museu Ferrari, foto de Janex&Alba
A Ferrari é hoje o único time no mundo que partecipou a todas as edições do Campeonato de F1 e sobretudo é o time com o maior número de sucessos: 15 títulos de Campeão do mundo de pilotos (em 1952, 1953, 1956, 1958, 1961, 1964, 1975, 1977, 1979, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, e em 2007), o récorde de 16 títolos na categoria de Construtores (1961, 1964, 1975, 1976, 1977, 1979, 1982, 1983, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2007, e em 2008), e o récorde de 221 vitórias em um Grande Prêmio (até Junho de 2013).
janex museu2 - Vidrados no cavalinho - Enzo Ferrari, uma paixão toda italiana.
F 2007, Museu Ferrari, foto de Janex&Alba
– Ferrrari Store Roma

Via Tomacelli, 147

Horário: de segunda à sábado, das 10h às 20h.
Reconhecimentos obtidos por Enzo Ferrari ao longo da sua carreira e póstumos:
1924: título de Cavaleiro
1927: titulo di Comendador
1960: Laurea honoris causa em Engenharia Mecânica (Universidade de Bolonha)
1962: Prêmio Hammarskjöld (prêmio concedido pela ONU nas Ciências Sociais)
1965: Prêmio Columbus (Instituto Internacional das Comunicações)
1987: Prêmio Alcide De Gasperi
1988: Laurea honoris causa in Física (Universidade de Modena e Reggio Emilia)
1994: International Motorsports Hall of Fame
2000: Automotive Hall of Fame
Museu Ferrari di Maranello, site oficial: http://museo.ferrari.com/
Horários do Museu Ferrari e tickets:
A partir de 11 de Março o museu estará aberto todos os dias, com exceção de Natal e Reveillón, nos seguintes horários:
– de 1º de Outubro a 30 de Abril: das 9.30 às 18.00
– de 1º de Maio a 30 de Setembro: das 9.30 às 19.00
Tickets 2012:
INTEIRO € 16,00
MEIO A) € 14,00 (estudantes e e maiores de 65 anos)
MEIO B) € 5,00 (6 – 19 anos acompanhadospor familiares)
GRATUITO pessoas com necessidades especiais; crianças até 5 anos
TICKET ÚNICO PARA MUSEU MARANELLO E CASA ENZO DE MODENA:
INTEIRO € 26,00
MEIO A) € 22,00 (menores de 26 e maiores de 65 anos; instituições com convenções)
MEIO B) € 10,00 (crianças 6 – 10 anos; acompanhantes de pessoas com necessidades especiais; militares; tickets família)
GRATUITO pessoas com necessidades especiais; crianças até 5 anos
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Burgo Medieval e Castelo de Sermoneta

fevereiro 4, 2014 by Patricia Carmo Baltazar Nenhum comentário

Construído no início dos anos 1200 pela família Annibaldi, o Castelo de Sermoneta tinha a função de forte e residência, na posição estratégica entre Nápoli e Roma.

“Se ainda sonho em transformar o mundo em um lindo jardim, agora sei que não é por amor aos Homens e sim por amor aos jardins.”
Romain Gary, A promessa da aurora, 1960
Erik+il+Rosso - Burgo Medieval e Castelo de Sermoneta
Vista do Castelo de Sermoneta, foto de Emanuele
O Castelo Caetani ergue-se majestosamente sobre a vila de Sermoneta dominando toda a planície da região pontina, que fica ao sul de Roma.
Paolo+Macorig - Burgo Medieval e Castelo de Sermoneta
Torre do Castelo de Sermoneta, foto de Paolo Macorig

 

Flavio+Spugna - Burgo Medieval e Castelo de Sermoneta
Burgo medieval de Sermoneta, foto de Flavio Spugna

 

Erik+il+Rosso3 - Burgo Medieval e Castelo de Sermoneta
Pelas vielas medievais de Sermoneta, foto de Emanuele

O castelo foi enriquecido no tempo com obras de engenharia defensivas que tentavam torná-lo invencível: a estrutura murária feita por cinco anéis, tinha um espessor de 30m e era encaixada nas próprias rochas. De questa estrutura resta hoje a torre mais alta da muralha e uma “contra-torre”. Além disso, o forte possuía um sistema de pontes levadiças, que o isolavam completamente em caso de ataque.

iconauta2 - Burgo Medieval e Castelo de Sermoneta
Vista do alto do Burgo de Sermoneta, 257 metros sobre a superfície do mar –  foto de iconauta
Davide+Schiano - Burgo Medieval e Castelo de Sermoneta
Janela medieval do Castelo de Sermoneta, foto de Davide Schiano

Em 1297 a família Annibaldi cedeu os territórios de Sermoneta, Bassiano e San Donato (localizados em um raio de 42km) ao sobrinho do Papa Bonifácio VIII, Pietro Caetani, por 140 mil florins de ouro (essa moeda de Firenze representava o poder  fiorentino e era a referência monetária européia entre os séculos XIII – XIV. Cada moeda pesava 3,5g de ouro “puro”, 24 quilates).

burgo medieval sermoneta guia roma portugues - Burgo Medieval e Castelo de Sermoneta
Almoço depois no passeio aos jardins e ao burgo!

O ápice do explendor desta região foi atingido sob Honório Caetani (1336 – 1400), na metade do sécuo XIV.

Erik+il+Rosso2 - Burgo Medieval e Castelo de Sermoneta
Lance de escadas medievais, foto de Emanuele

Em 1599, quando o temido Papa Alessandro VI (Borgia) foi eleito, ele excomungou os Caetani e em 1500 ele confiscou todos os bens da família, doando-os aos filhos César e Lucrécia Borgia. Alessandro VI encarregou o importante arquiteto Antonio da Sangallo para completar algumas obras de defesa do burgo, que incluía a realização da chamada “Casa do Cardeal”.

Frederico II foi hóspede do burgo, Carlos V, Lucrécia Borgia (que passou muito tempo logo após a expulsão dos Caetani), Papa Gregório XIII e o famoso Papa Sisto V (famoso em Roma pelas obras urbanísticas realizadas pelo seu arquiteto Domenico Fontana, Via Merulana, além de ordenar a colocação de São Pedro e Paulo em cima das Colunas de Traiano e Marco Aurélio).

Jeff SHaumeyer - Burgo Medieval e Castelo de Sermoneta
Burgo de Sermoneta, foto de Jeff Schaumeyer

O forte foi atacados muitas vezes ao longo dos séculos e em 1798 soldados de Napoleão roubaram 36 canhões e o transformaram em prisão.

Finalmente no final do século XIX, o castelo retornou às mãos dos Caetani, que realizaram importantes intervenções de restauro na antiga “casa” de família.
Durante a II Guerra Mundial, Roffredo e Marguerite Caetani habitavam no castelo, junto com empregados que tinham fugido da então perigosa planície.

Em 1977 faleceu Lelia Caetani (Paz à sua nobre alma) última representante do clã dos Caetani depois de 700 anos de posse intermitente, sem herdeiros, instituiu a Fundação Roffredo Caetani para cuidar do Jardim de Ninfa e do Castelo de Sermoneta.

Horário de Abertura do Castelo Caetani de Sermoneta:

– De Outubro a Março: sábados, domingos e feriados – 10:00-11:00 – 12:00;  de tarde: 14:00 – 15:00-16:00 ( meio da semana somente reservando no telefone 0773 / 30008 )

– De Abril à Setembro, todos os dias exceto quintas-feiras : 10:00 – 11:00-12:00;  de tarde: 15:00-16:00 – 17:00-18:00
Para informações e reservas (obrigatórias para grupos) ligar para o 077 / 330 008.

Custo do bilhete: € 7,00 ; grátis para crianças menores de 11 anos, que devem ser acompanhadas por um adulto.

Onde comer em Sermoneta:
Esteja preparado para gastar entre €25 e € 35 pelo almoço.

– “Il Giardino del Simposio”, Via della Conduttura 2, reservas no tel. 339 2846905 (come-se ao ar livre!) – em terra mediterrânea, a variedade de limão é equivalente à de banana nos trópicos: experimente a pasta com molho de limão típico da região, o “trombolotto” e “bottarga”, uma espécie de caviar de atum (forte aroma de peixe).

– “Bonifacio VIII”, Corso Garibaldi, 39, tel. 3384399968 – ambiente com decoração típica, acolhente – aqui experiemente a grande oferta de entradas e o prato da casa “Super Bonifacio”, pasta com molho de tomate, amêndoas e linguiça da região.

Para os vegetarianos como eu, a oferta é menor… ficamos com a verduras grelhadas e com a tradicional “Caprese” (se você come queijo).

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Sobre mim

Olá, eu sou a Patricia e me apaixonei por Roma em 1994, quando ainda era uma estudante de Artes Plásticas em Hamburgo. Desde então fiz várias viagens para estudar a Cidade Eterna e em 1998 me mudei para cá. No Turismo estou desde 2007, quando comecei a trabalhar com alemães. Sou guia credenciada em Florença e Roma e este blog é um elogio muito pessoal sobre a minha paixão pela cultura Clássica. Na minha equipe trabalham as melhores guias que falam português nas principais capitais italianas, escolhidas a dedo por mim ao longo dos anos.

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